sábado, 25 de outubro de 2008
Hoje não
Tantas vezes (hoje não).
Instruções de interpretação:
1. - Tantas vezes!
- Hoje não!
2. São tantas as vezes que dizemos hoje não.
3. Dizemos tantas vezes "hoje não", que hoje: não!
Depois de tanto tempo sem postar nada... isto soa-me a a parvoíce.
O "tantas vezes (hoje não)", surgiu-me do título dum livro de José Luís Peixoto: Hoje não. E digamos que este título me fez pensar e debater-me sobre o seu significado. Porque digo muitas vezes "hoje não", por apatia, poque não me apetece, por comodismo, porque estou bem sentada em casa, no meu mundo e não me apetece enfrentar, espreitar, ralar-me com o que está la fora. Mas há aquelas alturas em que o "hoje não", é um "hoje sim", por estarmos fartos de dizer sempre que não. Porque aquele dia correu melhor, porque nos sentimos melhor, porque precisamos de sair do nosso mundo e ir confraternizar com os mundos lá de fora. Porque é qie naquele dia tivemos esperança? Não faço ideia. Há dias assim. Gosto de falar de esperança, embora se torne tão complicado falar desse sentimento fugaz. Tão fugaz que lhe vemos apenas o dislumbre, mas que mesmo assim, corremos atrás dele, tal como a Alice atrás do coelho branco. Gosto dos dias em que se pode falar de esperança. Mesmo que o hoje, seja um dia "hoje não".
Instruções de interpretação:
1. - Tantas vezes!
- Hoje não!
2. São tantas as vezes que dizemos hoje não.
3. Dizemos tantas vezes "hoje não", que hoje: não!
Depois de tanto tempo sem postar nada... isto soa-me a a parvoíce.
O "tantas vezes (hoje não)", surgiu-me do título dum livro de José Luís Peixoto: Hoje não. E digamos que este título me fez pensar e debater-me sobre o seu significado. Porque digo muitas vezes "hoje não", por apatia, poque não me apetece, por comodismo, porque estou bem sentada em casa, no meu mundo e não me apetece enfrentar, espreitar, ralar-me com o que está la fora. Mas há aquelas alturas em que o "hoje não", é um "hoje sim", por estarmos fartos de dizer sempre que não. Porque aquele dia correu melhor, porque nos sentimos melhor, porque precisamos de sair do nosso mundo e ir confraternizar com os mundos lá de fora. Porque é qie naquele dia tivemos esperança? Não faço ideia. Há dias assim. Gosto de falar de esperança, embora se torne tão complicado falar desse sentimento fugaz. Tão fugaz que lhe vemos apenas o dislumbre, mas que mesmo assim, corremos atrás dele, tal como a Alice atrás do coelho branco. Gosto dos dias em que se pode falar de esperança. Mesmo que o hoje, seja um dia "hoje não".
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