terça-feira, 20 de maio de 2008

Sigur Ros

Para ouvir de olhos fechados e de alma aberta

Vidrar vel til loftarasa


Hoppipolla

2 comentários:

Anônimo disse...

E a câmara semi-lenta ajuda sempre ao dramatismo e à magia =).

Porque é que deixamos de vestir as galochas e de saltar nas poças de água? Porque é que deixamos de atirar balões de água? Ou terra? Ou água? Porque é que deixamos de pegar em dois paus e começar a lutar? Porque é que pensamos que nos vamos magoar? Porque é que sangrar já não é motivo de orgulho? Porque é que deixamos de nos abraçar? De beijar? Apenas e só porque sim?
Porque é que deixamos de viver? de sonhar?

Porque é que deixamos de ser crianças?

Nynuphar disse...

lol...hás-de me explicar essa do atirar balões de terra... =P
qt ao resto...a parte do sangrar não é motivo de orgulho...é a parte de ter os joelhos, o braços, a cara aranhados! porque fomos os únicos capazes de trepar à árvore mais alta, ou porque decidimos descer a avenida em carros de cartão sobre rodas! =P
Ser criança é preciso!Se soubesses as vezes que já me apeteceu saltar para dentro das poças de água...só porque sim...só porque é bom sentir aquela água toda em turbilhão sobre os nossos pés!
Mas a sociedade molda-nos para ser adultos...molda-nos quase para ser frutos apodrecidos sobre a árvore ainda viçosa...Cabe-nos a nós escolher o que realmente queremos ser, não é verdade? E agora citando o Sr. Agostinho da Silva (o que fará as alegrias do Daniel...):
"Pé firme leve dança
que o saber seja adulto
mas o brincar de criança."
beijinho